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Café na Serra Capixaba - Conexões Rurais
Café na Serra Capixaba - Conexões Rurais

   

   A saúde foi a motivação para a família capixaba Rossmann, que vive em Santa Maria de Jetibá, deixar de cultivar café utilizando agrotóxico. O período de transição durou mais de sete anos, entre 1986 a 1993. A agroindústria foi construída com recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

  O incentivo da igreja Luterana, através da parceria com as organizações europeias, foi importante não só pela opção pelo sistema orgânico, como também para que a propriedade recebesse a certificação adequada – no caso, através da organização Chão Vivo.

   No processo de produção, o café precisa ser colhido, separado e lavado no mesmo dia. Após esta primeira fase, o café descascado, suspenso no terreiro e colocado para secar, num cimentado, em horas de forte calor. A seguir, o produto é torrado e sofre nova moagem.

  Depois de seco, o café é beneficiado fora da propriedade, numa máquina que limpa e faz o polimento dos grãos. A máquina, terceirizada para o serviço, coloca o café em sacas de 60 Kg, rotuladas com a marca Romavary. Anualmente, a produção alcança cerca de 5 toneladas de pó (ou 100 sacas).

   Em 2003, o café Romavary, produzido pelos Rossmann, ganhou, finalmente, o selo de qualidade, que atesta sua origem de produção orgânica e permite sua comercialização.

“O que mais se destaca, tomando como exemplo a experiência da família Rossmann, foi a independência destes agricultores, que dominam toda a cadeia produtiva, desde o plantio até o beneficiamento do café torrado e moído. Eles são, de fato, empreendedores, e sabem onde querem chegar”.

Virgínia Almeida participou do III Intercâmbio da Juventude Rural Brasileira representando o Serta.

 

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